Eye-Tracking + various tv news + survey + theoretical framework = comparative study of the influence of visual composition!
pesquisar neste blog
posts recentes

Actualização

A "Mensagem" (Shannon & Weaver)

Sobre a(s) Wiki(s) !

Sobre o Eye Tracking

Bibliografia Utilizada

Plano de Contingência

Resultados Esperados / Hipóteses

Reformulação Motivações Pessoais

Melhoria do Índice

Cronograma do Projecto

arquivos

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Terça-feira, 30 de Novembro de 2010
Modelos da Comunicação - Teoria Crítica

Boa Noite, 

É verdade, tive um tempo sem postar. Mas vou voltar com mais curiosidades, mais do que tenho lido, mais do que tenho escrito. Muito mais posts, sobre o que o meu enquadramento trará e não só, a parte de plano de investigação já leva um bom rumo e aos poucos começarei apresentar esta parte aqui no blog. Devido a problemas técnicos, não tenho wiki, nem acesso a nenhuma wiki do sapo campus. Só tenho acesso aos blogs e ao que vocês postarem neles.

 

Hoje vou dar continuação a um assunto que já tenho ao longo do tempo vindo a apresentar, falo dos modelos de comunicação. Hoje vou falar um pouco da teoria crítica.

 

Esta teoria teve origem no Instituto de Pesquisa Social (Institut für Sozialforschung) de Frankfurt, fundado em 1923 e foi nomeado de Escola de Frankfurt em 1950, sob a liderança de Félix Weil, Max Horkheimer, Theodor Adorno e Herbert Marcuse (Bottomore, 2002).

 

A teoria crítica procurava explicar o funcionamento da sociedade, da formação de classes e do individuo enquanto membro desta. Esta também estudou as falhas da sociologia, principalmente no que respeita à avaliação da construção científica da sociedade.

 

“A identidade central da teoria crítica configura-se, por um lado, como construção analítica dos fenómenos que investiga e, por outro, e simultaneamente, como capacidade para atribuir esses fenómenos às forças sociais que os provocam. Segundo este ponto de vista, a pesquisa social levada a efeito pela teoria crítica, propõe-se como teoria da sociedade entendida como um todo; daí, a polémica constante contra as disciplinas sectoriais, que se especializam e diferenciam progressivamente campos distintos de competência. Procedendo assim, essas disciplinas – vinculadas a sua correcção formal e subordinadas à razão instrumental – desviam-se da compreensão da sociedade como um todo e, por conseguinte, acabam por desempenhar uma função de manutenção da ordem social existente” (Wolf, 1985), p. 82.
 

Bottomore, T. (2002). The Frankfurt School - And its critics. London: Routledge, Ellis Horthwood Ltd.

 

Wolf, M. (1985). Teorias da Comunicação (5 ed.). Lisboa: Editorial Presença.

 

 

Cumprimentos a todos e bom trabalho.

 


tags: , , ,

publicado por rnmarques às 00:15

mais sobre mim
Janeiro 2011
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1

2
3
4
5
6
7
8

9
10
11
12
13
14

16
19
21
22

23
24
25
26
27
28
29

30
31


tags

todas as tags

links
subscrever feeds

RSSPosts

RSSComentários

RSSComentários do post